quarta-feira, 4 de novembro de 2015
terça-feira, 2 de junho de 2015
sábado, 18 de abril de 2015
segunda-feira, 17 de maio de 2010
sábado, 1 de maio de 2010
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Dublagem no Brasil
Quando surgiu a dublagem no Brasil e no mundo?
A dublagem nasceu no rastro do cinema sonoro. Os filmes eram mudos até 1927, quando chegou às telas O Cantor de Jazz. A começar dessa produção, o público pôde finalmente ouvir os atores. Com a euforia produzida pelo cinema sonoro, surgiu um problema: como as platéias que não falavam inglês iam assistir aos lançamentos de Hollywood? Para contornar essa situação, grandes estúdios como a MGM e a Paramount chegaram a filmar em Paris versões francesas de longas-metragens americanos. Claro que esses filmes em duas versões eram muito caros - e ainda assim não atingiam o público dos tempos do cinema mudo. A solução apareceu em 1930, quando os diretores Edwin Hopkins e Jacob Karol lançaram The Flyer, o primeiro filme a utilizar um sistema de sonorização que permitia substituir as vozes originais por outras gravadas em estúdio. Países europeus pegaram carona nessa invenção e soltaram os primeiros filmes dublados ainda no começo dos anos 30. No Brasil, onde os longas estrangeiros passavam com legendas, a novidade da dublagem chegou no fim da década - o grande marco foi a estréia do desenho animado Branca de Neve e os Sete Anões, de Walt Disney, lançado em 1937 e dublado no ano seguinte. Naqueles primórdios, os atores tinham de gravar todos juntos no estúdio, olhando para a tela sem a ajuda do som. "Os filmes levavam de três a quatro vezes mais tempo para serem dublados do que atualmente", afirma o lendário produtor e diretor Herbert Richers, fundador de um dos estúdios pioneiros no país. Hoje, os dubladores gravam suas falas sozinhos, com a ajuda de um fone de ouvido onde rola o texto original. E, no fim das contas, um filme demora em média de 25 a 30 horas para ganhar sua famosa "versão brasileira".
Versão brasileira...
Invenção da década de 30 permitiu que os filmes tivessem falas em outros idiomas, inclusive o português
1930
Usando um sistema de gravação que permitia substituir as vozes dos atores por outras gravadas em estúdio, os diretores Jacob Karol e Edwin Hopkins lançam o filme The Flyer. A nova técnica abriu as portas para a dublagem, desenvolvida nos anos seguintes em países como Alemanha, Espanha, França e Itália
1938
Estréia no Brasil o longa-metragem Branca de Neve e os Sete Anões, um dos primeiros a ganhar versão brasileira. A dublagem teve as canções adaptadas para o português pelo compositor João de Barro, o Braguinha. A voz de Branca de Neve ficou a cargo de Dalva de Oliveira, a "rainha do rádio"
1946
Herbert Richers cria um dos primeiros estúdios de dublagem 100% nacional. Em 1958, nasce a Grava-Son, empresa criada para fazer as versões nacionais das séries da Columbia Pictures. Na telinha, o primeiro programa exibido em português foi a série americana Ford na TV, ainda em 1958
1962
Um decreto do presidente Jânio Quadros determina que todos os filmes transmitidos pela TV deveriam ser dublados. A medida impulsionou o surgimento de estúdios como o AIC (atual BKS), que dublou séries clássicas como Os Flintstones, Perdidos no Espaço e Viagem ao Fundo do Mar
1992
O ator Robin Williams faz a voz do gênio da lâmpada no desenho Aladdin. Desde então, os astros de Hollywood invadiram a dublagem das superproduções animadas. O exemplo mais impressionante é Formiguinhaz, de 1994, que contou com as vozes de Woody Allen, Sharon Stone, Sylvester Stallone, Danny Glover, Dan Aykroyd e Anne Bancroft
A dublagem nasceu no rastro do cinema sonoro. Os filmes eram mudos até 1927, quando chegou às telas O Cantor de Jazz. A começar dessa produção, o público pôde finalmente ouvir os atores. Com a euforia produzida pelo cinema sonoro, surgiu um problema: como as platéias que não falavam inglês iam assistir aos lançamentos de Hollywood? Para contornar essa situação, grandes estúdios como a MGM e a Paramount chegaram a filmar em Paris versões francesas de longas-metragens americanos. Claro que esses filmes em duas versões eram muito caros - e ainda assim não atingiam o público dos tempos do cinema mudo. A solução apareceu em 1930, quando os diretores Edwin Hopkins e Jacob Karol lançaram The Flyer, o primeiro filme a utilizar um sistema de sonorização que permitia substituir as vozes originais por outras gravadas em estúdio. Países europeus pegaram carona nessa invenção e soltaram os primeiros filmes dublados ainda no começo dos anos 30. No Brasil, onde os longas estrangeiros passavam com legendas, a novidade da dublagem chegou no fim da década - o grande marco foi a estréia do desenho animado Branca de Neve e os Sete Anões, de Walt Disney, lançado em 1937 e dublado no ano seguinte. Naqueles primórdios, os atores tinham de gravar todos juntos no estúdio, olhando para a tela sem a ajuda do som. "Os filmes levavam de três a quatro vezes mais tempo para serem dublados do que atualmente", afirma o lendário produtor e diretor Herbert Richers, fundador de um dos estúdios pioneiros no país. Hoje, os dubladores gravam suas falas sozinhos, com a ajuda de um fone de ouvido onde rola o texto original. E, no fim das contas, um filme demora em média de 25 a 30 horas para ganhar sua famosa "versão brasileira".
Versão brasileira...
Invenção da década de 30 permitiu que os filmes tivessem falas em outros idiomas, inclusive o português
1930
Usando um sistema de gravação que permitia substituir as vozes dos atores por outras gravadas em estúdio, os diretores Jacob Karol e Edwin Hopkins lançam o filme The Flyer. A nova técnica abriu as portas para a dublagem, desenvolvida nos anos seguintes em países como Alemanha, Espanha, França e Itália
1938
Estréia no Brasil o longa-metragem Branca de Neve e os Sete Anões, um dos primeiros a ganhar versão brasileira. A dublagem teve as canções adaptadas para o português pelo compositor João de Barro, o Braguinha. A voz de Branca de Neve ficou a cargo de Dalva de Oliveira, a "rainha do rádio"
1946
Herbert Richers cria um dos primeiros estúdios de dublagem 100% nacional. Em 1958, nasce a Grava-Son, empresa criada para fazer as versões nacionais das séries da Columbia Pictures. Na telinha, o primeiro programa exibido em português foi a série americana Ford na TV, ainda em 1958
1962
Um decreto do presidente Jânio Quadros determina que todos os filmes transmitidos pela TV deveriam ser dublados. A medida impulsionou o surgimento de estúdios como o AIC (atual BKS), que dublou séries clássicas como Os Flintstones, Perdidos no Espaço e Viagem ao Fundo do Mar
1992
O ator Robin Williams faz a voz do gênio da lâmpada no desenho Aladdin. Desde então, os astros de Hollywood invadiram a dublagem das superproduções animadas. O exemplo mais impressionante é Formiguinhaz, de 1994, que contou com as vozes de Woody Allen, Sharon Stone, Sylvester Stallone, Danny Glover, Dan Aykroyd e Anne Bancroft
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Rio 2016
Quarta, 7 de outubro de 2009,
De Brasília (DF)
A escolha do Rio de Janeiro para ser a sede dos Jogos Olímpicos de 2016 é uma grande conquista e uma excelente oportunidade para a cidade e para o país. Apesar de algumas vozes dissonantes, tínhamos uma grande torcida. E o resultado veio em clima de final de Copa do Mundo.
Foi um grande feito, mesmo dando o devido desconto ao fato de que o Comitê Olímpico Internacional seguiu uma lógica política, ao promover a primeira Olimpíada na América do Sul.
A luta agora, na qual os governantes do Rio e o governo federal têm que demonstrar idêntica competência, é a da gestão da vitória, para que ela se materialize como um paradigma de bom uso dos recursos públicos, de capacidade de planejamento estratégico, com um olho no brilho olímpico e outro na chance histórica que tem a cidade do Rio de Janeiro de virar o jogo e se reinventar.
Muitas pessoas estão com o pé atrás, dada a experiência recente da realização dos Jogos Pan-americanos, do qual se esperava bem mais em termos de internalização de benefícios, tendo em vista o que se gastou.
Agora, já se fala em cerca de R$ 30 bilhões de investimentos para a Olimpíada. Não adianta desqualificar ou estigmatizar a desconfiança de parte da população, porque ela está escaldada e tem fundados motivos para o descrédito. Mas não se pode também jogar água fria na justa alegria carioca e brasileira.
A questão não é só preparar o Rio para receber milhares de visitantes e atletas, como se fosse um cenário que, acabada a festa, simplesmente é desmontado. Tem que ser, no seu conjunto, uma cidade diferente. E, para isso, o grande desafio está na atitude, tanto da sociedade quanto das autoridades.
É preciso exigir, desde o começo, transparência e circulação ampla e irrestrita de informações sobre os gastos e sobre a intervenção urbana planejada, nos seus vários aspectos.
E já surgem iniciativas nesse sentido no Twitter, por exemplo. Foi criado, por pessoas que torcem pela cidade e estão dispostas a acompanhar o cumprimento das promessas, o perfil fiscalizaRJ2016.
De edições anteriores, há bons exemplos a seguir. A Olimpíada de Barcelona, em 1992, foi um marco na vida daquela cidade, com resultados duradouros e extremamente positivos. Além de ter sido rentável, ao contrário de várias outras.
A Olimpíada de 2000, em Sydney, na Austrália, foi outro exemplo bonito. Foi a primeira a incluir medidas de redução de impacto ao meio ambiente como item indispensável na realização do evento. Um planejamento feito em conjunto com entidades e organizações ambientalistas.
Aqueles jogos se destacaram por levar em conta a economia de energia e de água e a redução de lixo e de emissões de gases poluentes. Os placares eletrônicos e os refletores que iluminavam a noite australiana, por exemplo, eram movidos a energia solar.
Também podemos inovar, criando soluções tecnológicas para tornar os jogos do Rio de Janeiro ainda mais verdes e educativos, criando um mercado de trabalho e uma economia com um pé num futuro mais sustentável.
A Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 podem ser não apenas marcos esportivos, mas servir de impulso ao desenvolvimento de uma nova consciência urbana, capaz de valorizar a qualidade de vida dos moradores das grandes cidades brasileiras.
O povo do Rio de Janeiro e o Brasil merecem mais. Merecem que o interesse público esteja acima de qualquer outro. Esse é o pódio que devemos buscar até 2016.
Marina Silva é professora de ensino médio, senadora (PV-AC) e ex-ministra do Meio Ambiente
De Brasília (DF)
A escolha do Rio de Janeiro para ser a sede dos Jogos Olímpicos de 2016 é uma grande conquista e uma excelente oportunidade para a cidade e para o país. Apesar de algumas vozes dissonantes, tínhamos uma grande torcida. E o resultado veio em clima de final de Copa do Mundo.
Foi um grande feito, mesmo dando o devido desconto ao fato de que o Comitê Olímpico Internacional seguiu uma lógica política, ao promover a primeira Olimpíada na América do Sul.
A luta agora, na qual os governantes do Rio e o governo federal têm que demonstrar idêntica competência, é a da gestão da vitória, para que ela se materialize como um paradigma de bom uso dos recursos públicos, de capacidade de planejamento estratégico, com um olho no brilho olímpico e outro na chance histórica que tem a cidade do Rio de Janeiro de virar o jogo e se reinventar.
Muitas pessoas estão com o pé atrás, dada a experiência recente da realização dos Jogos Pan-americanos, do qual se esperava bem mais em termos de internalização de benefícios, tendo em vista o que se gastou.
Agora, já se fala em cerca de R$ 30 bilhões de investimentos para a Olimpíada. Não adianta desqualificar ou estigmatizar a desconfiança de parte da população, porque ela está escaldada e tem fundados motivos para o descrédito. Mas não se pode também jogar água fria na justa alegria carioca e brasileira.
A questão não é só preparar o Rio para receber milhares de visitantes e atletas, como se fosse um cenário que, acabada a festa, simplesmente é desmontado. Tem que ser, no seu conjunto, uma cidade diferente. E, para isso, o grande desafio está na atitude, tanto da sociedade quanto das autoridades.
É preciso exigir, desde o começo, transparência e circulação ampla e irrestrita de informações sobre os gastos e sobre a intervenção urbana planejada, nos seus vários aspectos.
E já surgem iniciativas nesse sentido no Twitter, por exemplo. Foi criado, por pessoas que torcem pela cidade e estão dispostas a acompanhar o cumprimento das promessas, o perfil fiscalizaRJ2016.
De edições anteriores, há bons exemplos a seguir. A Olimpíada de Barcelona, em 1992, foi um marco na vida daquela cidade, com resultados duradouros e extremamente positivos. Além de ter sido rentável, ao contrário de várias outras.
A Olimpíada de 2000, em Sydney, na Austrália, foi outro exemplo bonito. Foi a primeira a incluir medidas de redução de impacto ao meio ambiente como item indispensável na realização do evento. Um planejamento feito em conjunto com entidades e organizações ambientalistas.
Aqueles jogos se destacaram por levar em conta a economia de energia e de água e a redução de lixo e de emissões de gases poluentes. Os placares eletrônicos e os refletores que iluminavam a noite australiana, por exemplo, eram movidos a energia solar.
Também podemos inovar, criando soluções tecnológicas para tornar os jogos do Rio de Janeiro ainda mais verdes e educativos, criando um mercado de trabalho e uma economia com um pé num futuro mais sustentável.
A Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 podem ser não apenas marcos esportivos, mas servir de impulso ao desenvolvimento de uma nova consciência urbana, capaz de valorizar a qualidade de vida dos moradores das grandes cidades brasileiras.
O povo do Rio de Janeiro e o Brasil merecem mais. Merecem que o interesse público esteja acima de qualquer outro. Esse é o pódio que devemos buscar até 2016.
Marina Silva é professora de ensino médio, senadora (PV-AC) e ex-ministra do Meio Ambiente
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Versão Completa: [http] A Vaca e o Frango
A Vaca e o Frango (4 temporadas)-(52 episódios)
PÔSTER SINOPSE
Cow and Chicken (no Brasil, A Vaca e o Frango) é uma série de desenho animado exibido pelo Cartoon Network, criada por David Feiss em 15 de dezembro de 1995 com o lançamento de um episódio piloto. O desenho, junto com O Laboratório de Dexter foram os primeiros grandes sucessos de desenhos animados feitos pelo Cartoon Network.
No final de 2005 o Cartoon Network cortou o desenho do ar, o que provocou uma manifestação dos fãs em frente a sede do Cartoon Network em São Paulo. O desenho acabou voltando em fevereiro de 2007 na emissora apenas no Brasil, também é apenas no Brasil que o canal afiliado Boomerang não trás mais desenhos clássicos pela baixa audiência no país, o que explicaria o porquê do Cartoon Network tirar o desenho do ar, pois em outros países ´Cow and Chicken´ é exibida no Boomerang.
Universo da série
O universo de Cow and Chicken é bastante bizarro, uma vaca é irmã de um frango e os dois são filhos de humanos que somente têm pernas. Além disso, Bum de Fora, um sujeito nu vermelho afeiçoado com o demônio, completa o cenário estranho da série, com muitos outros personagens igualmente bizarros.
A série tem vários clichés de desenhos. Por exemplo, Vaca possui um alter-ego SuperVaca, uma superheroína com diferentes características de sua personalidade normal (como poder voar e falar espanhol), sendo que o suposto vilão Bundefora tenta descobrir sua verdadeira identidade, torturando Frango. Os pais dos dois, chamados Pai e Mãe, apenas são pernas e em alguns episódios a câmera sobe, mostrando que não há nada acima de suas cinturas. Isso, na verdade, acontece apenas no episódio-piloto, No Smoking (NOTA: Num episódio do desenho Eu Sou o Máximo (protagonizado pela doninha Máximo (Weasel) e o babuíno Babão (Baboon), intitulado \"Quem Apagou a Vaca e o Frango?\", os pais da Vaca e o Frango também são mostrados como não tendo nada acima dos pés, mas é um episódio do Eu Sou o Máximo, independente da Vaca e o Frango). Nos demais episódios, isso fica simplesmente subentendido, pois os pais da dupla fazem ligações telefônicas com os pés, dormem com os pés no travesseiro, dirigem com os pés, e assim por diante. Além disso, nas sombras dos dois é possível ver que eles possuem apenas a parte de baixo.
Episódios Censurados
A série teve dois episódios censurados nos Estados Unidos, o primeiro No Smoking, onde Frango vai ao Inferno porque quer fumar cigarros e encontra Bum de Fora, que é o Demônio.
O outro é Buffalo Gals, censurado por causa de estereótipos de lesbianismo e piadas de duplo sentido. Após a exibição deste episódio, ele foi substituído por Orthodontic Police.
São 4 temporadas divididas em 52episódios !
Elenco Principal
* Vaca: é uma vaca de 7 anos e 200 quilos. É irmã de Frango e uma das personagens principais.
* Frango: é um frango de 11 anos. É fraco e gosta de usar palavras difíceis.
* Bum Defora: é o arquiinimigo da Vaca e Frango. Ele tem várias identidades (cujos nomes sempre são trocadilhos com o fato do mesmo estar sempre pelado ou com o traseiro de fora), às vezes, é o diretor da escola dos dois.
* Flem: é o melhor amigo de Frango. Sua característica marcante é a boca enorme, com lábios muito vermelhos e usa óculos.
(nota: no episódio do banheiro feminino, o Frango faz piada com a boca de Flem ao falar com este no rádio, chamando-o de \"Little Lips\"- \"boquinha\" em tradução livre.)
* Earl: é um amigo do Frango. Usa um boné vermelho e aparelho dental.
(nota: Flem e Earl são apaixonados pela Vaca)
* Mãe: é a mãe da Vaca e do Frango. Somente suas pernas aparecem no desenho.
* Pai: é o pai da Vaca e do Frango. Somente suas pernas aparecem no desenho.
(nota: Em alguns episódios é possível ver que eles não possuem a parte de cima do corpo.)
* Professora: é a professora dos dois, que apenas a chamam de \"Professora\".
Dublagem
No Brasil, o elenco de dublagem é o seguinte:
* Vaca - Miriam Ficher
* Frango - Clécio Souto
* Bundefora - Jorge Vasconcelos
* Pai - Darcy Pedrosa (1a voz) e Domício Costa (2a voz)
* Mãe - Miriam Teresa
* Flem - José Leonardo
* Earl - Carlos Comério
* Professora - Cláudia Martins
* Direção: Francisco José e Hércules Fernando
* Estúdio: Cinevídeo
SCREENSHOTS
DADOS DO DESENHO
Temporada: 4 temporadas
Episódio: 52 episódios
Tempo Duração: Cerca de 7 minutos
A Vaca e o Frango (4 temporadas)-(52 episódios)
PÔSTER SINOPSE
Cow and Chicken (no Brasil, A Vaca e o Frango) é uma série de desenho animado exibido pelo Cartoon Network, criada por David Feiss em 15 de dezembro de 1995 com o lançamento de um episódio piloto. O desenho, junto com O Laboratório de Dexter foram os primeiros grandes sucessos de desenhos animados feitos pelo Cartoon Network.
No final de 2005 o Cartoon Network cortou o desenho do ar, o que provocou uma manifestação dos fãs em frente a sede do Cartoon Network em São Paulo. O desenho acabou voltando em fevereiro de 2007 na emissora apenas no Brasil, também é apenas no Brasil que o canal afiliado Boomerang não trás mais desenhos clássicos pela baixa audiência no país, o que explicaria o porquê do Cartoon Network tirar o desenho do ar, pois em outros países ´Cow and Chicken´ é exibida no Boomerang.
Universo da série
O universo de Cow and Chicken é bastante bizarro, uma vaca é irmã de um frango e os dois são filhos de humanos que somente têm pernas. Além disso, Bum de Fora, um sujeito nu vermelho afeiçoado com o demônio, completa o cenário estranho da série, com muitos outros personagens igualmente bizarros.
A série tem vários clichés de desenhos. Por exemplo, Vaca possui um alter-ego SuperVaca, uma superheroína com diferentes características de sua personalidade normal (como poder voar e falar espanhol), sendo que o suposto vilão Bundefora tenta descobrir sua verdadeira identidade, torturando Frango. Os pais dos dois, chamados Pai e Mãe, apenas são pernas e em alguns episódios a câmera sobe, mostrando que não há nada acima de suas cinturas. Isso, na verdade, acontece apenas no episódio-piloto, No Smoking (NOTA: Num episódio do desenho Eu Sou o Máximo (protagonizado pela doninha Máximo (Weasel) e o babuíno Babão (Baboon), intitulado \"Quem Apagou a Vaca e o Frango?\", os pais da Vaca e o Frango também são mostrados como não tendo nada acima dos pés, mas é um episódio do Eu Sou o Máximo, independente da Vaca e o Frango). Nos demais episódios, isso fica simplesmente subentendido, pois os pais da dupla fazem ligações telefônicas com os pés, dormem com os pés no travesseiro, dirigem com os pés, e assim por diante. Além disso, nas sombras dos dois é possível ver que eles possuem apenas a parte de baixo.
Episódios Censurados
A série teve dois episódios censurados nos Estados Unidos, o primeiro No Smoking, onde Frango vai ao Inferno porque quer fumar cigarros e encontra Bum de Fora, que é o Demônio.
O outro é Buffalo Gals, censurado por causa de estereótipos de lesbianismo e piadas de duplo sentido. Após a exibição deste episódio, ele foi substituído por Orthodontic Police.
São 4 temporadas divididas em 52episódios !
Elenco Principal
* Vaca: é uma vaca de 7 anos e 200 quilos. É irmã de Frango e uma das personagens principais.
* Frango: é um frango de 11 anos. É fraco e gosta de usar palavras difíceis.
* Bum Defora: é o arquiinimigo da Vaca e Frango. Ele tem várias identidades (cujos nomes sempre são trocadilhos com o fato do mesmo estar sempre pelado ou com o traseiro de fora), às vezes, é o diretor da escola dos dois.
* Flem: é o melhor amigo de Frango. Sua característica marcante é a boca enorme, com lábios muito vermelhos e usa óculos.
(nota: no episódio do banheiro feminino, o Frango faz piada com a boca de Flem ao falar com este no rádio, chamando-o de \"Little Lips\"- \"boquinha\" em tradução livre.)
* Earl: é um amigo do Frango. Usa um boné vermelho e aparelho dental.
(nota: Flem e Earl são apaixonados pela Vaca)
* Mãe: é a mãe da Vaca e do Frango. Somente suas pernas aparecem no desenho.
* Pai: é o pai da Vaca e do Frango. Somente suas pernas aparecem no desenho.
(nota: Em alguns episódios é possível ver que eles não possuem a parte de cima do corpo.)
* Professora: é a professora dos dois, que apenas a chamam de \"Professora\".
Dublagem
No Brasil, o elenco de dublagem é o seguinte:
* Vaca - Miriam Ficher
* Frango - Clécio Souto
* Bundefora - Jorge Vasconcelos
* Pai - Darcy Pedrosa (1a voz) e Domício Costa (2a voz)
* Mãe - Miriam Teresa
* Flem - José Leonardo
* Earl - Carlos Comério
* Professora - Cláudia Martins
* Direção: Francisco José e Hércules Fernando
* Estúdio: Cinevídeo
SCREENSHOTS
DADOS DO DESENHO
Temporada: 4 temporadas
Episódio: 52 episódios
Tempo Duração: Cerca de 7 minutos
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Chiquinha Gonzaga
\história\texto biográfico
Texto biográfico - Chiquinha Gonzaga
GONZAGA, Chiquinha – (Francisca Edwiges Neves Gonzaga). Compositora, instrumentista, regente. Rio de Janeiro, RJ, 17/10/1847–idem, 28/02/1935. Maior personalidade feminina da história da música popular brasileira e uma das expressões maiores da luta pelas liberdades no país, promotora da nacionalização musical, primeira maestrina, autora da primeira canção carnavalesca, primeira pianista de choro, introdutora da música popular nos salões elegantes, fundadora da primeira sociedade protetora dos direitos autorais, Chiquinha Gonzaga nasceu no Rio de Janeiro, filha do militar José Basileu Neves Gonzaga e de Rosa Maria de Lima. Estudou piano com professor particular e aos 11 anos compôs sua primeira música, uma cantiga de Natal: Canção dos Pastores.
Casou-se aos 16 anos, com um oficial da Marinha Mercante escolhido por seus pais. Poucos anos depois abandonou o marido por um engenheiro de estradas de ferro, de quem também logo se separou. Passou a sobreviver como professora de piano. A convite do famoso flautista Joaquim Antônio da Silva Callado (1848-1880), passou a integrar o Choro Carioca como pianista, tocar em festas e freqüentar o ambiente artístico da época. A estréia como compositora se deu em 1877, com a polca Atraente, composta de improviso durante roda de choro em casa do compositor Henrique Alves de Mesquita e publicada pela Viúva Canongia, Grande Estabelecimento de Pianos e Músicas. Por desafiar os padrões familiares da época, sofreu fortes preconceitos.
Aperfeiçoou-se com o pianista português Artur Napoleão (1843-1925). Sua vontade de musicar para teatro levou-a a escrever partitura para um libreto de Artur Azevedo, Viagem ao Parnaso. A peça foi recusada pelos empresários. Outras tentativas fracassaram, até que conseguiu, em 1885, musicar a opereta de costumes A Corte na Roça, encenada no Teatro Príncipe Imperial. Em 1889 promoveu e regeu, no Teatro São Pedro de Alcântara, um concerto de violões, instrumento estigmatizado àquela época. Foi uma ativa participante do movimento pela abolição da escravatura, vendendo suas partituras de porta em porta a fim de angariar fundos para a Confederação Libertadora. Com o dinheiro arrecadado na venda de suas músicas comprou a alforria de José Flauta, um escravo músico.
Chiquinha Gonzaga também participou da campanha republicana e de todas as grandes causas sociais do seu tempo. Já era uma artista consagrada quando compôs, em 1899, a primeira marcha-rancho, Ó Abre Alas, verdadeiro hino do carnaval brasileiro. Na primeira década deste século esteve algumas vezes na Europa, fixando residência em Lisboa por três anos. De volta ao Brasil deu uma contribuição decisiva ao teatro popular ao musicar, em 1912, a burleta de costumes cariocas Forrobodó, seu maior sucesso teatral. Em 1914 seu tango Corta-Jaca foi executado pela primeira-dama do país, Nair de Teffé, em recepção oficial no Palácio do Catete, causando escândalo político. Em setembro de 1917, após anos de campanha, liderou a fundação da SBAT, sociedade pioneira na arrecadação e proteção dos direitos autorais. Aos 85 anos de idade escreveu a última partitura, Maria, com libreto de Viriato Corrêa. Sua obra reúne dezenas de partituras para peças teatrais e centenas de músicas nos mais variados gêneros: polca, tango brasileiro, valsa, habanera, schottisch, mazurca, modinha etc. Chiquinha Gonzaga faleceu aos 87 anos de idade, no dia 28 de fevereiro de 1935, no Rio de Janeiro.
DADOS CRONOLOGIA
1847 Nasce no Rio de janeiro a 17 de outubro.
1863 Casa-se com Jacinto Ribeiro do Amaral.
1864 Nasce seu primeiro filho: João Gualberto.
1865 Nasce sua filha Maria.
1866 Embarca com o marido no navio São Paulo, por este fretado, que transporta tropas para a Guerra do Paraguai.
1869 Abandona o marido. Conhece o flautista Joaquim Antônio Callado.
1876 Vive com o engenheiro João Batista de Carvalho. Nasce a filha Alice.
1877 Primeira obra editada: a polca Atraente, que em nove meses chega à 15ª edição.
1879 Começa a instrumentar, com autodidatismo.
1880 Anuncia-se publicamente como professora de várias matérias.
1883 Tentativa frustrada de musicar libreto de Arthur Azevedo (a produção teatral não aceita uma mulher como autora da música).
1885 Estréia como maestrina.
1888 Extinção da escravidão no Brasil, pela qual durante tantos anos Chiquinha Gonzaga lutara.
1889 - Proclamação da República, outro anseio da compositora.
1890 Nasce a primeira neta.
1891 Falecimento do pai.
1896 Falecimento de Rosa, sua mãe.
1899 Carnaval. Compõe Ó Abre Alas. Conhece João Batista, jovem português de 16 anos que seria seu companheiro até o fim da vida.
1902 Viaja para a Europa.
1904 Segunda viagem à Europa.
1906 Instala-se em Portugal.
1909 Retorno ao Brasil.
1911 Inicia intensa atividade musicando peças teatrais para os espetáculos por sessões dos cine-teatros da Praça Tiradentes (RJ).
1912 Estréia Forrobodó, seu maior sucesso teatral.
1913 Deflagra campanha em defesa pelo direito autoral dos compositores e teatrólogos.
1914 Lançamento, com grande sucesso, do tango Corta-Jaca.
1917 Participa da fundação da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais.
1919 Grande éxito da peça de costumes regionais Juriti.
1925 Recebe homenagens consagradoras da SBAT e reconhecimento do país inteiro.
Aos 85 anos escreve sua última música: Maria.
1934 Falecimento da filha Maria.
1935 Morre no dia 28 de fevereiro. Dois dias depois realiza-se o primeiro concurso oficial das escolas de samba.
Verbete biográfico e dados cronológicos retirada do livro "Chiquinha Gonzaga: uma história de vida". escrito por Edinha Diniz. Editora Rosa dos Tempos, 1999.
O Hóspede - Filme de Isabel Lizz
Anos 50. Joaquim chega ferido em uma casa afastada, sem outros imóveis vizinhos. Lá encontra abrigo para se recuperar do ferimento, passando a conviver com os proprietários do imóvel, uma família visivelmente estranha. Uma atração por Madalena, a matriarca, é despertada. Porém, o hóspede tem um passado: atravessa famílias deixando apenas sangue derramado e corpos no chão.
Elenco: Ana Claudia Castro
Carlos Comério
Laerte Caetano
Thamiris Saraiva
domingo, 4 de outubro de 2009
18 Fevereiro 2008
HAYDÉE MIRANDA
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No final da década de 50 a Rádio Tupi do Rio apresentava de segunda a sexta-feira o seriado “radiofonizado” “As Mil e Uma Noites”, com histórias baseadas no conhecido livro de contos infanto-juvenis. Narrava em capítulos diários a interessante história de dois jovens, Arhun, um príncipe árabe, e Sherazade, a bonita princesa que ele fizera prisioneira no seu castelo. Personagens e ambientes, claro, ficavam ao sabor da imaginação dos leitores, no caso, dos ouvintes.
O seriado fez tanto sucesso que a Rádio Tupi resolveu brindar seus ouvintes com as fotografias dos dois atores, tais como eram na vida real. Curiosos, escrevemos para a rádio, e dias depois recebemos as fotos tão aguardadas. É fantástico como o ouvinte cria em sua imaginação fisionomias totalmente diferentes daquelas que os radioatores têm na realidade, razão muitas vezes de grandes decepções... No caso dos personagens de “As Mil e uma Noites”, pelo menos no que se referia à foto da princesa, que era "a que mais nos interessava", não houve surpresa.
E aquelas fotos se perderam no tempo... Entretanto, por uma dessas coincidências inexplicáveis, um dia, revirando um monte de retratos de artistas de rádio espalhados no chão de uma feirinha no Passeio Público (Rio), eis que me deparo com um “retrato” original, antigo, mas bem nítido de uma artista de rádio da antiga Rádio Tupi. Apesar de tanto tempo passado, eu não precisei olhar no verso da foto para saber que se tratava de um "instantâneo" da bonita rádioatriz Haydée Miranda, a "nossa princesa Sherazade" dos tempos de criança... Ia me esquecendo: o ator que fazia o príncipe chamava-se Antônio Leite.
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Foto de Haydée Miranda escaneada do original por APS
Texto de Adelino P Souza
(Gone With The Wind)
ano de lançamento ( EUA ) : 1939
direção: Victor Fleming
atores: Clark Gable , Vivien Leigh , Leslie Howard , Olivia de Havilland , Hattie McDaniel
duração: 04 hs 01 min
descrição
Durante a Guerra Civil Americana, quando fortunas e famílias foram destruídas, um cínico aventureiro e uma determinada jovem que foi duramente atingida pela guerra se envolvem numa relação de amor e ódio. Com Clark Gable, Vivien Leigh e Olivia de Havilland no elenco. Vencedor de 10 Oscars.
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18 - imagens
sinopse:
Uma reunião social acontece numa grande plantação na Georgia, Tara, cujo dono é Gerald O'Hara (Thomas Mitchell), um imigrante irlandês. Na mansão está Scarlett (Vivien Leigh), sua bela e teimosa filha adolescente. Os gêmeos Tarleton, Brent (Fred Crane) e Stuart, imploram para serem seus acompanhantes num churrasco, que haverá em Twelve Oaks, uma plantação vizinha. Scarlett flerta com eles enquanto tenta obter informações sobre o homem que ama obsessivamente, Ashley (Leslie Howard), o primogênito do patriarca de Twelve Oaks, John Wilkes (Howard C. Hickman). Ela ouve algo que a desagrada muito: Ashley está comprometido, o que depois é confirmado por seu pai. Scarlett acha a vida em Tara monótona, mas seu pai diz que Tara é uma herança inestimável, pois só a terra é um bem que dura para sempre. Ela apenasó pensa em Ashley, assim usa seu mais belo vestido para ir ao churrasco, revelando um inapropriado comportamento para um compromisso diurno, apesar das objeções de Mammy (Hattie McDowell), sua protetora escrava. Em Twelve Oaks Scarlett é o centro das atenções, em razão dos vários pretendentes que pairam sobre ela, mas nenhum deles é Ashley. Mais tarde Scarlett ouve os cavalheiros discutindo acaloradamente sobre a guerra eminente que acontecerá entre o Norte e o Sul, crendo que derrotarão em meses os ianques. Só Rhett Buttler (Clarrk Gable), um aventureiro que tem o hábito de ser franco, não concorda com estas declarações movidas mais pelo orgulho do que pela lógica. Ele diz que não há nenhuma fábrica de canhões no sul e afirma que os ianques estão melhor equipados e têm fábricas, estaleiros, minas de carvão e podem matar os sulistas de fome, pois têm o domínio dos portos, enquanto os sulistas só têm algodão, escravos e arrogância. Um jovem, Charles Hamilton (Rand Brooks), sentindo-se insultado, tenta desafiar Rhett para um duelo, mas ele se esquiva, mesmo sabendo que o derrotaria facilmente, e se retira. Ashley tenta ir ao seu encontro para acompanhá-lo, pois Rhett é um convidado, mas é detido por Scarlett, que quer falar com ele. Os dois vão até a biblioteca e ela fala para Ashley que o ama profundamente. Isto só faz ele lhe dizer que está noivo da prima dela, Melanie Hamilton (Olivia de Havilland). Ashley diz que ama Melanie, entretanto admite que ama Scarlett fraternalmente. Ela fica ainda mais irritada e esbofeteia Ashley, que deixa a biblioteca. Ela então lança um vaso contra a lareira e descobre que atrás de um sofá havia uma outra pessoa, Rhett. Quando Scarlett lhe diz que não é um cavalheiro, Rhett retruca dizendo que ela não é uma dama. pesar deste confronto, é claro que Rhett ficou atraído pela beleza de Scarlett. Em Twelve Oaks chega um cavaleiro, para dizer que a guerra começou. Os homens exultam e Charles vai dizer a Scarlett que a guerra foi declarada, com todos os homens indo se alistar. Enquanto via Ashley se despedir de Melanie, Scarlett ouve Charles lhe pedir em casamento. Movida pela mágoa, ela aceita e diz que quer casar antes que ele parta. Assim Melanie e Ashley se casam em um dia e no seguinte Scarlett se casa com Charles, apesar de não sentir nenhuma atração ou amor por ele. O que Scarlett desconhecia é que o futuro lhe reservava dias muito mais amargos, pois durante a Guerra Civil Americana várias fortunas e famílias seriam destruídas.ficha técnica:
título original:Gone With The Wind
gênero:Drama
duração:04 hs 01 min
ano de lançamento:1939
site oficial:http://www.franklymydear.com
estúdio:Selznick International Pictures
distribuidora:MGM / New Line Cinema
direção: Victor Fleming
roteiro:Sidney Howard, baseado em livro de Margaret Mitchell
produção:David O. Selznick
música:Max Steiner
fotografia:Ernest Haller e Ray Rennahan
direção de arte:Lyle R. Wheeler
figurino:Walter Plunkett
edição:Hal C. Kern
efeitos especiais:
elenco:
Clark Gable (Rett Butler)
Vivien Leigh (Scarlett O'Hara)
Leslie Howard (Ashley Wilkes)
Olivia de Havilland (Melanie Hamilton Wilkes)
Hattie McDaniel (Mammy)
Thomas Mitchell (Gerald O'Hara)
Barbara O'Neil (Ellen O'Hara)
Evelyn Keyes (Suellen O'Hara)
Ann Rutherford (Carreen O'Hara)
George Reeves (Stuart Tarleton)
Fred Crane (Brent Tarleton)
Butterfly McQueen (Prissy)
Victor Jory (Jonas Wilkerson)
Everett Brown (Big Sam)
Howard C. Hickman (John Wilkes)
Alicia Rhett (India Wilkes)
Rand Brooks (Charles Hamilton)
Carroll Nye (Frank Kennedy)
O Rapto da Lua

Blog e Curtas
O Rapto da Lua
Por Paulo Ricardo de Almeida
Publicado em 6 de August de 2008
O Rapto da Lua, 2008, de Vinícius Pereira e Fábio Escovedo.
Paródia ao cinema noir, de quem herda a iluminação carregada, o enredo policialiesco, a mulher fatal e os ambientes lúgubres do submundo, O Rapto da Lua - apesar do capricho técnico – baseia-se inteiramente em reviravoltas da narrativa. O filme aproveita os signos arquetípicos dos filmes policiais norte-americanos dos 40 e 50 para inscrevê-los na estética corrente, que privilegia truques de roteiro capazes de surpreender – ou melhor, de enganar – o público.
Importante ressaltar o mecanismo adjacente com que O Rapto da Lua tenta, ao invés de obter a cumplicidade do espectador, subjugá-lo: a fotografia. Quase monocromática (vermelha, azul, verde, amarela a cada plano) – como as viragens -, ela chama a atenção para si mesma como bela obra-de-arte, conquanto, dramaticamente, não possua relevância, dada a absoluta primazia do roteiro no filme.
http://www.youtube.com/watch?v=1oZ-BcGpSh4#
http://www.oraptodalua.com.br/equipe.html
Elenco: Iano Salomão
Paloma Pedrine
Carlos Comério
O Rapto da Lua
Por Paulo Ricardo de Almeida
Publicado em 6 de August de 2008
O Rapto da Lua, 2008, de Vinícius Pereira e Fábio Escovedo.
Paródia ao cinema noir, de quem herda a iluminação carregada, o enredo policialiesco, a mulher fatal e os ambientes lúgubres do submundo, O Rapto da Lua - apesar do capricho técnico – baseia-se inteiramente em reviravoltas da narrativa. O filme aproveita os signos arquetípicos dos filmes policiais norte-americanos dos 40 e 50 para inscrevê-los na estética corrente, que privilegia truques de roteiro capazes de surpreender – ou melhor, de enganar – o público.
Importante ressaltar o mecanismo adjacente com que O Rapto da Lua tenta, ao invés de obter a cumplicidade do espectador, subjugá-lo: a fotografia. Quase monocromática (vermelha, azul, verde, amarela a cada plano) – como as viragens -, ela chama a atenção para si mesma como bela obra-de-arte, conquanto, dramaticamente, não possua relevância, dada a absoluta primazia do roteiro no filme.
http://www.youtube.com/watch?v=1oZ-BcGpSh4#
http://www.oraptodalua.com.br/equipe.html
Elenco: Iano Salomão
Paloma Pedrine
Carlos Comério

Um belo casarão combelas histórias Por Ana Cristina Tavares anacristavares@terra.com.br Na Rua Cosme Velho, 857, a poucos metros do Largo do Boticário no Cosme Velho, destaca-se um daqueles típicos casarões do Rio Antigo. Conhecido como a Casa dos Abacaxis, foi freqüentado por grandes personalidades da cultura brasileira, como: Ataulfo Alves e Suas Pastoras, Assis Chateaubriand, Gilberto Freyre, Carlos Drummond de Andrade, Austregésilo de Athayde, Franz Krajcberg, a atriz inglesa Vivian Leigh, o diretor italiano Franco Zefirelli, Fernanda Montenegro, Tonia Carrero, Ítalo Rossi e Paulo Autran. O curioso apelido, se refere à presença de esculturas metálicas da fruta que ornamentam a fachada.Construída em 1843 pelo arquiteto José Maria Jacinto Rabello, discípulo de Grandjean de Montigny, para o Comendador Manuel Borges da Costa, a casa é um dos poucos exemplares de chalé neoclássico de estilo híbrido. Alguns anos depois foi vendida e em 1944 retorna às mãos da família do Comendador por meio de sua bisneta, Anna Amelia, e de seu marido, Marcos Carneiro de Mendonça. O casal decide, então, restaurá-la conforme as plantas originais, aproveitando para construir garagem, varanda e terraço.Segundo Bárbara Heliodora - famosa crítica de teatro e filha do casal, a idéia dos abacaxis na fachada foi de sua mãe, que os trouxera do interior de Minas Gerais. Bárbara conta que no século XIX era comum que as sacadas das casas fossem adornadas com abacaxis em ferro.Patricia Bueno - neta de Anna Amelia e Marcos de Mendonça, diz que parte do material utilizado na reforma foi adquirido em demolições feitas para a abertura da Avenida Presidente Vargas.
Anna Amelia e Marcos Carneiro de Mendonça: Ilustres moradores A carioca Anna Amelia de Queiroz Carneiro de Mendonça (1896-1971), passou a infância no interior de Minas Gerais e foi educada por preceptoras brasileiras, inglesas e alemãs. Ao retornar ao Rio, passa a viver com a família na Estrada Nova da Tijuca.Poeta, ela traduziu poemas do inglês, francês e alemão, inclusive duas peças de William Shakespeare. Foi fundadora da Casa do Estudante do Brasil (CEB), localizada na Praça Ana Amélia, no Centro (RJ).Foi assistindo a uma partida de futebol no América que Anna Amelia, grande admiradora do esporte recém chegado ao Brasil, conheceu Marcos.Mineiro de Cataguases, Marcos Carneiro de Mendonça (1894-1988) foi goleiro colecionador de títulos: vencedor do Campeonato Carioca de 1913 e campeão da Copa Roca de torneios Rio-São Paulo pelo América; tri-campeão pelo Fluminense; vencedor do Campeonato Sul Americano com a seleção brasileira e presidente do Fluminense de 1941 a 1943. Isso sem falar em sua paixão pela História do Brasil.Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil (IHGB) e criador do Centro de Estudos e Pesquisas Históricas (CEPH), Marcos dedicou parte de sua vida à pesquisa sobre o século XVIII no Brasil e especializou-se no período do Marquês de Pombal. A guia de turismo e moradora do Cosme Velho, Maria Angélica Monnerat Alves, diz que a "Casa dos Abacaxis" chegou a abrigar a maior biblioteca sobre o Brasil do século XVIII. "A biblioteca de cerca de 11 mil volumes inclui as obras dos grandes viajantes Rugendas, Debret, Maximilian Von Wide, uma coleção Brasiliana completa e ainda 7 mil documentos inéditos, adquiridos no Arquivo Nacional de Portugal - Torre do Tombo. Este acervo é hoje um dos destaques da biblioteca da Academia Brasileira de Letras", informa Patrícia.O casal Carneiro Mendonça era também grande incentivador da cultura. Ocasionalmente, promoviam palestras, seminários e exposições no casarão. A Exposição de Arte Sacra, na década de 70, com obras das coleções da família e de amigos, foi uma das últimas abertas ao público. A renda dos ingressos foi revertida para projetos sociais que apoiavam.O acervo artístico da família era de uma importância tão relevante que no período de construção do Túnel Rebouças - próximo à casa, o g overnador Carlos Lacerda solicitou que as antigüidades fossem encaixotadas. Porém, Anna Amelia se recusou a viver em ambiente despido de tudo o que ela e o marido colecionaram. Não empacotou uma peça sequer e, felizmente, nenhum objeto foi danificado pelos mais de quatro anos de dinamite. "Eram trocados regularmente, os vidros das janelas e as telhas. O record foi de 69 em um dia.", relata Bárbara Heliodora.O Solar dos Abacaxis, como também é conhecido, foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) em 12 de setembro de 1990.
Anna Amelia e Marcos Carneiro de Mendonça: Ilustres moradores A carioca Anna Amelia de Queiroz Carneiro de Mendonça (1896-1971), passou a infância no interior de Minas Gerais e foi educada por preceptoras brasileiras, inglesas e alemãs. Ao retornar ao Rio, passa a viver com a família na Estrada Nova da Tijuca.Poeta, ela traduziu poemas do inglês, francês e alemão, inclusive duas peças de William Shakespeare. Foi fundadora da Casa do Estudante do Brasil (CEB), localizada na Praça Ana Amélia, no Centro (RJ).Foi assistindo a uma partida de futebol no América que Anna Amelia, grande admiradora do esporte recém chegado ao Brasil, conheceu Marcos.Mineiro de Cataguases, Marcos Carneiro de Mendonça (1894-1988) foi goleiro colecionador de títulos: vencedor do Campeonato Carioca de 1913 e campeão da Copa Roca de torneios Rio-São Paulo pelo América; tri-campeão pelo Fluminense; vencedor do Campeonato Sul Americano com a seleção brasileira e presidente do Fluminense de 1941 a 1943. Isso sem falar em sua paixão pela História do Brasil.Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil (IHGB) e criador do Centro de Estudos e Pesquisas Históricas (CEPH), Marcos dedicou parte de sua vida à pesquisa sobre o século XVIII no Brasil e especializou-se no período do Marquês de Pombal. A guia de turismo e moradora do Cosme Velho, Maria Angélica Monnerat Alves, diz que a "Casa dos Abacaxis" chegou a abrigar a maior biblioteca sobre o Brasil do século XVIII. "A biblioteca de cerca de 11 mil volumes inclui as obras dos grandes viajantes Rugendas, Debret, Maximilian Von Wide, uma coleção Brasiliana completa e ainda 7 mil documentos inéditos, adquiridos no Arquivo Nacional de Portugal - Torre do Tombo. Este acervo é hoje um dos destaques da biblioteca da Academia Brasileira de Letras", informa Patrícia.O casal Carneiro Mendonça era também grande incentivador da cultura. Ocasionalmente, promoviam palestras, seminários e exposições no casarão. A Exposição de Arte Sacra, na década de 70, com obras das coleções da família e de amigos, foi uma das últimas abertas ao público. A renda dos ingressos foi revertida para projetos sociais que apoiavam.O acervo artístico da família era de uma importância tão relevante que no período de construção do Túnel Rebouças - próximo à casa, o g overnador Carlos Lacerda solicitou que as antigüidades fossem encaixotadas. Porém, Anna Amelia se recusou a viver em ambiente despido de tudo o que ela e o marido colecionaram. Não empacotou uma peça sequer e, felizmente, nenhum objeto foi danificado pelos mais de quatro anos de dinamite. "Eram trocados regularmente, os vidros das janelas e as telhas. O record foi de 69 em um dia.", relata Bárbara Heliodora.O Solar dos Abacaxis, como também é conhecido, foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac) em 12 de setembro de 1990.
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